O que é a função zeta de Riemann? Entenda sem matemática avançada

Representação abstrata da função zeta de Riemann com números primos, ondas matemáticas e pontos luminosos alinhados à linha crítica.

A função zeta de Riemann é uma função matemática que, apesar de começar com uma soma aparentemente simples, revela uma conexão profunda com os números primos. Ela se tornou famosa porque seus zeros estão no centro da Hipótese de Riemann, um dos problemas matemáticos mais importantes ainda sem solução. A definição clássica, válida inicialmente quando a parte real de s é maior que 1, é ζ(s) = 1 + 1/2^s + 1/3^s + 1/4^s + ....

O mais curioso é que essa função não foi criada originalmente para inteligência artificial, computação ou criptografia. Sua história vem da matemática pura. Mesmo assim, em 2026 ela voltou ao centro das atenções depois que uma versão experimental do Claude, da Anthropic, trabalhou em um problema relacionado à Hipótese de Riemann. Para entender por que aquela pesquisa chamou tanta atenção, primeiro é preciso entender o que a função zeta realmente faz — e é exatamente isso que vamos fazer aqui, sem transformar o artigo em uma aula de pós-graduação.

Resposta rápida: o que é a função zeta de Riemann?

A função zeta de Riemann é uma função da matemática que pode ser representada, em parte de seu domínio, por uma soma infinita de frações:

ζ(s) = 1 + 1/2^s + 1/3^s + 1/4^s + ...

Sua importância está principalmente na relação com os números primos. Uma identidade conhecida como produto de Euler mostra que a mesma função pode ser escrita usando todos os números primos, criando uma ponte entre análise matemática e teoria dos números.

Essa ponte é uma das razões pelas quais a função zeta ocupa um lugar tão importante na matemática moderna.

De onde surgiu a função zeta de Riemann?

Embora o nome esteja associado ao matemático alemão Bernhard Riemann, parte da história começa antes dele.

Leonhard Euler já havia estudado, no século XVIII, somas do tipo:

1 + 1/2^s + 1/3^s + 1/4^s + ...

Euler também percebeu que essa soma poderia ser relacionada aos números primos por meio de um produto infinito. A identidade continua sendo uma das conexões mais elegantes entre números inteiros e números primos. O NIST registra a relação na forma do chamado produto de Euler.

Riemann deu um passo decisivo em 1859.

Em seu célebre trabalho sobre a quantidade de números primos menores que um determinado valor, ele estudou a função usando números complexos e relacionou seus zeros com a distribuição dos números primos. O Clay Mathematics Institute preserva inclusive uma cópia do manuscrito e explica que Riemann expressou a contagem dos primos por meio de uma fórmula envolvendo os zeros da função zeta.

Foi dessa investigação que nasceu o problema que hoje conhecemos como Hipótese de Riemann.

Como funciona a função zeta de Riemann?

Vamos começar pelo caso mais simples.

Escolha, por exemplo, s = 2.

A expressão fica:

ζ(2) = 1 + 1/2² + 1/3² + 1/4² + 1/5² + ...

Ou seja:

ζ(2) = 1 + 1/4 + 1/9 + 1/16 + 1/25 + ...

Continuamos somando infinitamente.

Apesar de existirem infinitos termos, a soma converge para um valor finito:

ζ(2) = π²/6

Esse resultado já era conhecido por Euler e é um dos exemplos clássicos que mostram como uma sequência infinita aparentemente simples pode esconder relações matemáticas inesperadas.

Mas essa é apenas a porta de entrada.

A verdadeira força da função aparece quando o argumento s deixa de ser apenas um número real e passa a ser um número complexo.

Experiência interativa TecMaker

Laboratório da Função Zeta

Mude o valor de s, aumente a quantidade de termos e veja uma soma infinita começar a revelar seu resultado. Depois compare o caminho dos números inteiros com o produto formado apenas pelos números primos.

ζ(s) = 1 + 1/2s + 1/3s + 1/4s + … Neste laboratório usamos valores reais de s > 1, região em que essa série converge diretamente.
2,00
Experimente aproximar o valor de 1 e observe o que acontece.
1.000
10, 50, 100, 1.000 ou 10.000 parcelas da soma.
Soma parcial Usando a quantidade de termos escolhida.
Referência aproximada ζ(s) Estimativa numérica com correção da cauda infinita.
Diferença Quanto ainda falta para a soma parcial se aproximar.
Um resultado famoso: quando s = 2, a soma infinita é exatamente π²/6, aproximadamente 1,644934. Esse resultado é conhecido historicamente como solução do Problema de Basileia.

Dois caminhos para a mesma função

A função zeta também possui uma representação por um produto construído somente com números primos. Compare abaixo como as duas aproximações caminham em direção ao mesmo valor.

Soma dos inteiros
Produto dos primos
Referência ζ(s)

O experimento acima trabalha apenas com valores reais de s > 1. Mas a função zeta pode ser estendida para números complexos. É nesse universo que aparecem os famosos zeros não triviais.

A figura é uma representação didática, não um gráfico em escala dos zeros reais. A Hipótese de Riemann afirma que todos os zeros não triviais da função zeta possuem parte real igual a 1/2.

Entenda a Hipótese de Riemann e o avanço da IA →
Nota matemática: este laboratório é uma demonstração educacional. A soma e o produto apresentados são aproximações numéricas para valores reais de s > 1. A definição completa da função zeta no plano complexo exige continuação analítica.

O que é esse “s” da fórmula?

Na expressão:

ζ(s)

a letra s representa o valor que entregamos à função.

Nos casos mais simples, poderíamos colocar:

  • s = 2;
  • s = 3;
  • s = 4.

Mas Riemann estudou a função para números complexos.

Um número complexo pode ser escrito aproximadamente assim:

a + bi

em que:

  • a é a parte real;
  • b é a parte imaginária;
  • i representa a unidade imaginária.

Não precisamos dominar números complexos para entender o restante do artigo.

O importante é perceber que, ao permitir esse tipo de número, a função deixa de ser algo que podemos imaginar apenas em uma reta numérica e passa a viver em um espaço matemático muito mais rico.

Por que uma soma infinita precisa de continuação analítica?

Aqui aparece um detalhe importante.

A série:

1 + 1/2^s + 1/3^s + ...

não converge para qualquer valor complexo de s.

A definição por essa soma funciona diretamente quando a parte real de s é maior que 1. A matemática, porém, permite estender a função para praticamente todo o plano complexo por um procedimento chamado continuação analítica. Nessa extensão, a função zeta é definida em todo o plano complexo, exceto por uma singularidade simples em s = 1.

Podemos usar uma analogia.

Imagine que você conhece apenas um trecho de uma estrada porque ele está desenhado em um mapa.

A continuação analítica permite seguir regras matemáticas rigorosas para prolongar esse mapa além da região inicialmente conhecida, mantendo a mesma estrutura da função.

Não é uma aproximação inventada.

É uma extensão matemática bem definida.

Esse passo é essencial porque os famosos zeros ligados à Hipótese de Riemann aparecem justamente fora da região mais simples da soma original.

A grande surpresa: a função zeta conhece os números primos

Esta é provavelmente a parte mais importante de todo o artigo.

À primeira vista, a função zeta soma termos envolvendo:

1, 2, 3, 4, 5, 6…

Ou seja, todos os números inteiros positivos.

Mas a mesma função pode ser escrita usando exclusivamente os números primos:

ζ(s) = 1/(1-2^-s) × 1/(1-3^-s) × 1/(1-5^-s) × 1/(1-7^-s) × ...

O produto continua usando todos os primos:

2, 3, 5, 7, 11, 13, 17…

Essa igualdade é conhecida como produto de Euler e vale diretamente na região em que a parte real de s é maior que 1. O NIST apresenta essa identidade como uma ligação fundamental entre o teorema fundamental da aritmética e a análise matemática.

Isso é extraordinário porque mostra duas maneiras completamente diferentes de enxergar o mesmo objeto matemático.

Forma de representar a função zetaO que aparece
Soma infinitaTodos os inteiros positivos
Produto de EulerApenas números primos
Estudo dos zerosInformações relacionadas à distribuição dos primos

É justamente essa conexão que transforma a função zeta em uma ferramenta central da teoria dos números.

Por que os números primos são tão importantes?

Números primos são números maiores que 1 divisíveis apenas por 1 e por eles mesmos.

Alguns exemplos:

  • 2;
  • 3;
  • 5;
  • 7;
  • 11;
  • 13;
  • 17;

Eles possuem uma importância especial porque todo número inteiro positivo maior que 1 pode ser decomposto em fatores primos de maneira essencialmente única.

Veja:

12 = 2 × 2 × 3

35 = 5 × 7

100 = 2 × 2 × 5 × 5

Por isso, números primos costumam ser comparados aos “blocos fundamentais” dos números inteiros.

O problema é que sua distribuição parece irregular.

Depois de 2 vem 3.

Vem 5.

Depois 7.

Depois 11.

À medida que os números crescem, os espaços entre os primos variam.

Existe uma regularidade estatística nessa distribuição, mas não uma sequência simples do tipo “some três e você encontrará o próximo primo”.

A função zeta ajuda os matemáticos a investigar justamente essa estrutura.

O que são os zeros da função zeta de Riemann?

Um zero de uma função é um valor que, ao ser colocado nela, produz resultado igual a zero.

Imagine uma função muito simples:

f(x) = x - 2

Quando x = 2:

f(2) = 0

Portanto, 2 é um zero dessa função.

Com a função zeta, o conceito é semelhante, mas os valores envolvidos podem ser números complexos.

Os zeros da função zeta são divididos em dois grandes grupos.

Zeros triviais

A função zeta possui zeros em:

  • -2;
  • -4;
  • -6;
  • -8;
  • -10;
  • e assim por diante.

Eles são chamados de zeros triviais. O NIST registra que esses zeros ocorrem nos inteiros negativos pares.

São conhecidos e não representam o grande mistério da função.

Zeros não triviais

Os verdadeiros protagonistas aparecem em outra região.

Os zeros não triviais ficam dentro da chamada:

faixa crítica

Essa faixa corresponde aos valores cuja parte real está entre 0 e 1:

0 < Re(s) < 1

O NIST informa que existem infinitos zeros nessa região e que eles aparecem distribuídos simetricamente em relação ao eixo real e à chamada linha crítica.

É aqui que entramos diretamente na Hipótese de Riemann.

O que a função zeta tem a ver com a Hipótese de Riemann?

Dentro da faixa crítica existe uma linha especial:

Re(s) = 1/2

Ela é chamada de linha crítica.

A Hipótese de Riemann afirma que todos os zeros não triviais da função zeta estão exatamente nessa linha. Essa é também a formulação apresentada pelo Clay Mathematics Institute para um dos sete Problemas do Milênio.

Uma forma simples de visualizar:

  • a faixa crítica funciona como um corredor;
  • os zeros podem, em princípio, aparecer dentro desse corredor;
  • a Hipótese de Riemann afirma que todos eles estão perfeitamente alinhados no centro.

O centro corresponde a:

1/2

A ideia parece simples quando escrita dessa maneira.

Provar que isso vale para todos os infinitos zeros não triviais, porém, é extremamente difícil.

Computadores não poderiam testar todos os zeros?

Não.

Esse é um dos pontos mais importantes para quem está chegando agora ao tema.

Computadores podem calcular enormes quantidades de zeros da função zeta.

O NIST registra, por exemplo, verificações históricas de bilhões de zeros sobre a linha crítica.

Mas existe uma diferença enorme entre:

testar muitos casos

e

provar uma afirmação sobre infinitos casos.

Imagine que você examine:

1 milhão de zeros.

Depois:

1 bilhão.

Depois:

1 trilhão.

Todos estão na linha.

Isso fornece evidência extremamente forte, mas ainda não exclui matematicamente a possibilidade de um zero aparecer fora da linha em alguma região muito mais distante.

Bastaria um único contraexemplo para refutar a Hipótese de Riemann.

É por isso que a demonstração continua sendo necessária.

Por que os zeros ajudam a entender os números primos?

Aqui chegamos à parte mais fascinante.

O Clay Mathematics Institute explica que o Teorema dos Números Primos descreve a distribuição média dos primos, enquanto a Hipótese de Riemann está relacionada aos desvios em torno dessa média.

Podemos imaginar a situação assim.

Suponha que você queira estimar quantos números primos existem até:

100;

1.000;

1 milhão;

1 bilhão.

A matemática possui aproximações muito boas.

Mas o número real de primos oscila em torno dessas aproximações.

Os zeros da função zeta aparecem nas fórmulas que descrevem essas oscilações.

É como se a distribuição dos números primos tivesse um “ritmo escondido”, e os zeros da função zeta ajudassem a revelar as frequências desse ritmo.

Essa analogia não substitui a matemática formal, mas ajuda a entender por que localizar os zeros com tanta precisão é importante.

Função zeta, Hipótese de Riemann e números primos são a mesma coisa?

Não.

É importante separar os três conceitos.

ConceitoSignificado
Função zeta de RiemannA função matemática ζ(s)
Zeros da função zetaValores de s para os quais ζ(s) = 0
Hipótese de RiemannAfirmação de que todos os zeros não triviais possuem parte real 1/2
Números primosInteiros maiores que 1 divisíveis apenas por 1 e por eles mesmos

Eles estão profundamente conectados, mas não são sinônimos.

Isso também ajuda a entender por que este artigo não concorre diretamente com nosso conteúdo principal sobre a Hipótese de Riemann.

Aqui o objetivo é explicar a ferramenta matemática.

No outro artigo, o foco é o problema em aberto e a recente participação da inteligência artificial na pesquisa.

Onde entra a Inteligência Artificial nessa história?

A ligação ganhou nova visibilidade em 2026.

Uma versão de pesquisa do Claude, da Anthropic, foi colocada para trabalhar em problemas relacionados à Hipótese de Riemann.

A IA não resolveu a hipótese.

O trabalho divulgado acabou apresentando um resultado relacionado à proporção de zeros que podem ser garantidos na linha crítica. O próprio artigo publicado no TecMaker explica detalhadamente o que aconteceu e por que o resultado não pode ser interpretado como “67% da Hipótese de Riemann resolvida”.

Leitura recomendada no TecMaker:
Como a IA da Anthropic avançou na Hipótese de Riemann sem resolver o mistério

Essa conexão mostra por que compreender a função zeta deixou de ser interessante apenas para quem estuda matemática pura.

O tema também ajuda a acompanhar uma mudança mais ampla: sistemas de inteligência artificial começando a participar da exploração de problemas científicos cuja resposta ainda não é conhecida.

A função zeta serve apenas para a Hipótese de Riemann?

Não.

A função zeta aparece em diversas áreas da matemática e também possui relações com problemas da física matemática.

Além da teoria dos números, seu estudo está conectado a temas como:

  • séries de Dirichlet;
  • análise complexa;
  • funções especiais;
  • teoria espectral;
  • estatística de matrizes aleatórias;
  • problemas relacionados à distribuição dos números primos.

O próprio NIST dedica um capítulo inteiro às funções zeta e funções relacionadas, mostrando que estamos diante de uma família ampla de objetos matemáticos, e não apenas de uma fórmula criada para uma única conjectura.

Existem, inclusive, outras funções zeta.

Por isso, quando falamos especificamente daquela associada a Riemann, usamos o nome completo:

função zeta de Riemann.

A função zeta é usada diretamente em criptografia?

Não da maneira como às vezes aparece em manchetes.

A função zeta está profundamente relacionada à teoria dos números e à distribuição dos primos.

Números primos, por sua vez, são importantes em áreas da criptografia.

Mas isso não significa que alguém que descubra um novo zero da função zeta consiga simplesmente “quebrar senhas” ou descriptografar sistemas modernos.

A relação é matemática e indireta.

Também seria incorreto afirmar que uma prova da Hipótese de Riemann destruiria automaticamente a criptografia atual.

Uma solução teria enormes consequências teóricas e melhoraria nosso entendimento de vários limites e estimativas envolvendo números primos, mas seu impacto em sistemas criptográficos dependeria dos algoritmos específicos e das consequências matemáticas concretas da demonstração.

O que isso muda na prática?

Para a maioria das pessoas, ninguém precisará calcular a função zeta para usar um celular, fazer uma compra online ou trabalhar com inteligência artificial.

O valor do tema é outro.

A função zeta mostra como problemas aparentemente abstratos podem conectar áreas completamente diferentes da matemática.

Uma soma infinita:

1 + 1/2^s + 1/3^s + ...

leva aos números primos.

Os números primos levam à distribuição dos inteiros.

Os zeros da função levam a um problema matemático aberto há mais de um século.

E esse problema agora também está servindo como campo de experimentação para sistemas avançados de inteligência artificial.

É um ótimo exemplo de como matemática pura, computação e IA podem se encontrar em uma mesma pergunta.

Uma forma simples de guardar o conceito

Se você quiser sair deste artigo lembrando apenas de quatro ideias, guarde estas:

  • A função zeta começa como uma soma infinita.
  • O produto de Euler revela sua ligação com todos os números primos.
  • Seus zeros não triviais aparecem dentro da faixa crítica.
  • A Hipótese de Riemann afirma que todos esses zeros estão sobre a linha de parte real igual a 1/2.

Esse é o coração do problema.

Todo o restante é a matemática necessária para transformar essa ideia aparentemente simples em uma demonstração rigorosa.

Perguntas frequentes sobre a função zeta de Riemann

O que é a função zeta de Riemann em palavras simples?

É uma função matemática que pode ser representada inicialmente por uma soma infinita e que possui uma conexão profunda com os números primos. Seus zeros não triviais são o centro da Hipótese de Riemann.

Para que serve a função zeta de Riemann?

Ela é uma ferramenta fundamental da teoria analítica dos números e ajuda a estudar propriedades relacionadas à distribuição dos números primos. Também aparece em outras áreas da matemática e da física matemática.

Qual é a fórmula da função zeta de Riemann?

Para valores com parte real maior que 1, ela pode ser escrita como:

ζ(s) = Σ 1/n^s

ou:

ζ(s) = 1 + 1/2^s + 1/3^s + 1/4^s + ...

O que são os zeros da função zeta?

São valores de s para os quais a função zeta assume valor zero. Existem zeros triviais nos inteiros negativos pares e zeros não triviais dentro da faixa crítica.

Qual é a relação entre a função zeta e a Hipótese de Riemann?

A Hipótese de Riemann afirma que todos os zeros não triviais da função zeta possuem parte real igual a 1/2, ou seja, estão sobre a chamada linha crítica.

Conclusão

A função zeta de Riemann é um daqueles exemplos em que uma fórmula relativamente compacta abre a porta para um universo matemático enorme.

Ela começa com uma soma infinita.

Depois revela uma ligação surpreendente com os números primos.

Quando estendida aos números complexos, apresenta zeros cuja localização está diretamente ligada a um dos maiores problemas ainda sem solução da matemática.

É por isso que entender a função zeta é o passo natural antes de mergulhar na Hipótese de Riemann.

E agora existe mais uma razão para acompanhá-la: problemas relacionados a essa função começaram a servir como campo de pesquisa para sistemas avançados de inteligência artificial.

No próximo conteúdo deste mini-cluster, o TecMaker vai avançar para outra peça dessa história: o Lean e a maneira como computadores podem verificar provas matemáticas passo a passo.

Continue acompanhando o TecMaker para entender, de forma simples e prática, como inteligência artificial, ciência e tecnologia estão transformando a maneira como produzimos conhecimento.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Posts Relacionados